30.1.05

«I never had any other desire so strong, and so like to covetousness, as that one which I have had always, that I might be master at last of a small house and a large Garden. » ~Abraham Cowley, The Garden, 1666

2 comentários :

Anónimo disse...

Eu nem pedia tanto: a samll house and and small garden, even a tiny one, would be more than enough!
S(de sementinha ;-)

António Viriato disse...

Parece ser este um ideal antigo, permanente, desde que o Homem - espécie - deixou o seu suposto viver no Paraíso e teve de ganhar o sustento com o suor do seu rosto. Em toda a Antiguidade, esse ideal sempre se revela em muitos sábios, filósofos e escritores. E até o mais acerbo crítico do seu tempo, o azedo Voltaire, nos aconselhava a cultivar o nosso jardim, no seu Candide, como forma de alcançar um pouco de Felicidade, porque o trabalho afasta de nós três grandes males : o aborrecimento, o vício e a pobreza. Como vemos, a muitos e interessantes juízos se presta a alegoria do Jardim a cultivar.