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29/01/2007

Freixo multicentenário em Vermoim (Maia)

Reportagem de Hugo Silva com foto de Adelino Meireles no JN
Vermoim venera árvore que tem mais de 600 anos
«Aloíso Nogueira, presidente da Junta, recorda estudos da Faculdade de Ciências do Porto que lhe dão mais de 600 anos. Mas há documentos que, segundo o Diagnóstico Social da Maia, permitem atribuir mais de oito séculos de vida ao freixo. "A árvore terá sido plantada pelos monges do mosteiro de Vermoim, fundado no século X e ligado ao mosteiro de Leça do Balio [monumento milenar ainda em perfeitas condições, naquela freguesia do concelho de Matosinhos]. É a única lembrança que os monges nos deixaram, já que do mosteiro não há vestígios", explica Aloísio Nogueira.
A Junta, com a colaboração da Câmara, está a desenvolver o processo para classificar a árvore como património. No brasão da freguesia, que também tem uma forte tradição ligada aos tamanqueiros, o freixo já é a figura central. »

«Armas - Escudo de verde, um freixo de dois troncos de ouro, entre dois báculos com velocino de prata, postos em pala, o da dextra volvido; em ponta, três coticas ondeadas de prata e azul. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: "VERMOIM - MAIA ". » (Imagem e descrição do brasão in fisicohomepage )

29/09/2004

Brasão de armas - Viseu


Foto: mdlr 0409
Azulejos do séc. XVI com brasão de armas-Fonte de S. Jerónimo no Parque de Fontelo.
No actual brasão municipal da cidade figuram os mesmos temas: o castelo, o homem tocando buzina, a árvore. Sinal dos tempos, esta passou todavia para dentro do castelo (para o interior da cidade) e desapareceram o curso de água e os campos.

Mais árvores nos brasões municipais: nogueiras

22/09/2004

A nogueira nos brasões de armas

Nogueira-Maia
Nogueira -Viana do Castelo
Nogueira -Vila Nova de Cerveira

A representação d As árvores nos Brasões Municipais é um tema apaixonante a cujo estudo se dedicou António J.E. Estácio, o que resultou num livro editado pela Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta (2001).
O autor viveu em Macau durante muitos anos e publicou, entre outras obras sobre plantas, Jardins e Parques de Macau (1993).
Como gostava de poder encontrar, nas livrarias da nossa cidade, alguns dos títulos da sua interessante e extensa bibliografia!