9.7.04

Choupal de Coimbra

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Choupal em 1922 - Coimbra
Foto da capa da Ilustração Portuguesa, de 16 de Dezembro de 1922
© Fotos de Portugal (http://alfarrabio.um.geira.pt/vercial/fotos)

São os "nossos" mais célebres choupos. Segundo notícias recentes, depois de anos de abandono, a Mata Nacional do Choupal está de novo "aberta à cidade" contando até com um novíssimo circuito de manutenção.
E para terminar insolitamente: a célebre balada Coimbra do Choupal cantada em "brásilêro", acompanhada pelo Trio Boreal!

3 comentários :

Pois Não disse...

O postal é muito bonito: isso de colorir fotos antigas produz um efeito de irrealidade semelhante ao de uma pintura. Gosto menos da canção, mesmo na versão "Brazil pop". Aliás, nunca entendi por que razão certas canções tão pobrinhas ganham tal "imortalidade" (e já não falo do hino nacional...). Manuela: adorava se conseguisses um atalho para alguma canção do Luís Goes.

Anónimo disse...

Prezado amigo:

Pela que ja se passaram 3 anos de seu comentário. Ainda assim, quero falar um pouco do significado, aqui no Brasil, desta canção. Algumas vezes, apesar de pobrinhas, como você diz, algumas canções ganham imortalidade pelo seu significado, por serem representativas de uma época, como é o caso desta. No Brasil, Coimbra significou a beleza do estudo, da educação, das artes, principalmente a beleza de poder dedicar-se aos estudos. Quando se cantava esta canção, pensava-se nos estudantes coimbrenses com suas longas capas negras e seu chapéu ( boina) característico, com seus encantos de jovens audazes, seus amores, sua poesia...Pensava-se no significado da juventude, na descoberta da vida. E muito mais... por isso Coimbra é imortal.

Filomena baptista disse...

Descobri o seu bloghá pouco tempo. Mas já o visito com frequênciapois encontro sempre qualquer novo.
Este postal antigo faz-me recordar o que a minha avó, já falecida, e a minha mãe contam sobre as idas delas ao rio Mondego para fazer as chamadas "barrelas". E também aquela vez em as águas subiram tão depressa que tiveram de ser salvas por um barco, a água já passava os joelhos e já seguravam as bacias da roupa para não irem água abaixo...