20.2.07

Branco branco branco




Para não mudarmos de cor, são brancas também as magnólias de hoje: as de cima são vizinhas do Mosteiro de Leça do Balio, vivem numa propriedade que pertenceu ao notável e multifacetado engenheiro Ezequiel de Campos (1874-1965), e terão sido plantadas por ele mesmo; as de baixo compõem uma alameda à entrada do cemitério de Agramonte. Servem de alerta aos mais distraídos para a urgência de revisitar algumas das nossas árvores favoritas: na rua de Aníbal Cunha, no largo Primeiro de Dezembro, na praça da Liberdade.

1 comentário :

bettips disse...

Estas elevam-nos e saúdam a alma. A da Praça é um riso maravilhoso, troça de árvore que persistiu ao cimento. Na casa Tait, abaixo da casa/recepção, a magnólia é enorme! E branca, folhas de nata.
Abç