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27/01/2008

Youth


Magnólias brancas em flor, nas av. Gomes da Costa e Antunes Guimarães, hoje
clicar nas imagens para aumentar

23/01/2008

Full bloom


Magnólia em flor- Rua S. João de Brito, ontem.

Ultimamente sem tempo para postar, não posso no entanto deixar de vir aqui anunciar que elas já aí estão.

13/06/2007

Apontamentos

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Que pena as fotos do Claustro de la Magnolia > tiradas em Pádua há quatro anos terem ficado mal. (Fariam hoje aqui um vistão ;-)
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Santo António > morreu tão novo! O lírio > > que quase sempre aparece nas suas imagens é um símbolo de pureza associado a Nossa Senhora > .

Vi ontem a primeira verbena > deste ano. Gosto tanto do nome como da florzinha.
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Não me posso esquecer de verificar se as dedaleiras por cá já estão também com semente!

11/06/2007

A ler- "Planar sobre a copa das árvores"



N' O Primeiro de Janeiro : «Passeio à descoberta de exemplares monumentais
Um passeio destinado a visitar as árvores monumentais do Porto levou ontem 50 pessoas à Cordoaria. O objectivo passa pelo enquadramento da ancestralidade das árvores na evolução da cidade e na consciencialização da necessidade de preservar esse património arbóreo.

"Quantos anos tem?". "De onde é originária?". "Qual a altura máxima que alcança?". As perguntas escorriam, umas após as outras, à medida que os olhares percorriam aquele colossal ser vegetal que habita na Alameda dos Plátanos, na Cordoaria.

Foi ali que cerca de meia centena de pessoas se reuniram, para participar no passeio «Rota das Árvores Monumentais», organizada numa parceria entre a Câmara Municipal do Porto, a Fundação Porto Social e a editora Gradiva. "Não esperava esta adesão surpreendente" , confessa, notoriamente satisfeita, Maria Pires de Carvalho, docente da Faculdade de Ciências do Porto, co-autora do livro À Sombra de Árvores com História e a guia da visita, que se esforça por saciar a curiosidade que a atinge de todas as direcções.

"Esta sequóia é originária dos Estados Unidos" (...) O tronco, espesso e enrugado, ergue-se dezenas de metros, ligeiramente debruçado sobre o pequeno lago da Cordoaria.
A poucos metros ao lado, a atenção de todos é subitamente revertida para uma estátua. O monumento encontra-se ali desde 1904. A individualidade que homenageia morreu seis anos antes. (...) José Marques Loureiro (1830-1898) criou o "Horto das Virtudes", jardim também conhecido como "Passeio das Virtudes", actualmente fechado ao público. .............................................................................
A ler também no Jornal de Notícias: «Árvores contam histórias das gentes e da cidade - Rota das árvores monumentais juntou entusiastas desde a Cordoaria aos jardins do Palácio, no Porto- (...) "As árvores também são património a preservar e fazem falta à cidade". Além disso, "têm uma história antiga associada" ao Porto, notou, explicando que o passeio visou sensibilizar as pessoas para a necessidade de proteger as árvores. Na Casa Tait, a resposta foi simbólica: 13 pessoas deram as mãos à volta de um tulipeiro para o medir. »

20/04/2007

Tulipeiro revisitado


Tulipeiro (Liriodendron tulipifera) -Casa das Artes- Porto
Ver álbum de fotos

15/04/2007

As magnólias


Magnólia em Santo Tirso, 3 de Março de 2007

Há magnólias de folhas vivazes, grossas, revestidas de verniz brilhante, espesso e seco. As folhas vão caindo aos poucos, e pelo ano fora deixam no chão um desenho de cores com amarelo, castanho, verde, algumas até mesmo de preto se vestem. A sua ramagem é frondosa, e a árvore chega a ser enorme. As flores brancas fazem-se um pouco rogadas pois é preciso procurá-las com os olhos para as encontrarmos no meio daquela floresta de folhas verdes e duras. Às vezes apetece colhê-las só para as desgarrar daquela ramagem imensa e linda. Na mão parecem mais lindas ainda, o que não acontece com as magnólias de folha caduca, pois a essas temos quase medo de lhes tocar. São estas últimas que anunciam o milagre da Primavera. E vingam-se das suas irmãs dando flores antes mesmo de chegarem as folhas. Em Fevereiro conseguem fechar a porta do tão triste Inverno para nos alegrar. Quem as conhece espreita-lhes a chegada como se faz com as andorinhas: vai-se à janela, pergunta-se ao Sol se está quentinho, rogam-se pragas à chuva que dá viço à planta mas mela as flores… Porém a expectativa é grande, sobretudo porque a vinda da floração não tem dia marcado. Os rebentos vão crescendo compridos bicudos, compactos, mas os ramos sem folhas ainda cheiram a Inverno! Só que os botões não tomam conhecimento e vão procurando antecipar a Primavera alojando-se aconchegados e felizes. Um dia lá vem uma corzinha de flor surgindo do miolo do rebento. É a certeza de que virá breve aquele milagre de espanto, e para isso basta esperar um pouquinho. A árvore cobre-se de flores brancas ou arroxeadas. Pétalas côncavas, primeiro fechando-se numa quase bola, que depois se vai abrindo lentamente. Pétalas que perdem a força, mas não perdem a cor que levam para o chão quando caem. Talvez para se vingarem do Inverno. E cobrindo os ramos sem folhas as flores das magnólias tornam o espectáculo mais milagroso ainda. No Porto vale a pena fazer uma peregrinação visitando as magnólias em flor e tantas ali há!

Vivido desde que há magnólias, escrito em 21-04-2006 por
Maria de Lourdes Álvares Ribeiro [kiki-ribeiro(at)sapo.pt]
Texto enviado por Ana Aguiar

03/04/2007

Magnolias são notícia


* Ver as belas fotografias de R Todd King do templo de Dajue e do Palácio de Verão tiradas na Primavera de 2005 em Pequim (no primeiro podem admirar-se a Ginkgo e a Magnolia yulan mais antigas da cidade)

22/02/2007

Magnólias no Dias com Árvores


Magnólia da praça da Liberdade -clique para aumentar (mais fotos)

Nota: estas são as de folha caduca; ver as outras aqui

20/02/2007

Branco branco branco




Para não mudarmos de cor, são brancas também as magnólias de hoje: as de cima são vizinhas do Mosteiro de Leça do Balio, vivem numa propriedade que pertenceu ao notável e multifacetado engenheiro Ezequiel de Campos (1874-1965), e terão sido plantadas por ele mesmo; as de baixo compõem uma alameda à entrada do cemitério de Agramonte. Servem de alerta aos mais distraídos para a urgência de revisitar algumas das nossas árvores favoritas: na rua de Aníbal Cunha, no largo Primeiro de Dezembro, na praça da Liberdade.

19/02/2007

Magnólia monumental - Casa da Ínsua

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A julgar pelas do Porto, a magnólia monumental dos jardins da Casa da Ínsua deverá estar no auge da sua floração (e o mesmo será de esperar das camélias).
Agora, quem quiser, poderá ler on line (Fundo Antigo - FCUP> ) a descrição de José Marques Loureiro, publicada em 1890, no Jornal de Horticultura Prática, destes jardins e matas verdadeiramente notáveis pela beleza, porte e antiguidade dos seus espécimes. Esta magnólia - que curiosamente não é por ele referida - ostenta *uma placa com a data de 1842!

Ou pelo menos ostentava quando tirei estas fotografias no ano passado em Março, por ocasião da memorável visita às camélias da Beira Alta, organizada pela secção portuguesa da Sociedade Internacional das Camélias > .

Anterior no Dias com árvores: Grandeza e graça
Post dedicado

30/08/2006

Dos jornais: Virtudes e Botânico


Virtudes: magnólia-de-Soulange em flor

Primeiro a má notícia: o Parque da Virtudes, no coração da freguesia de Miragaia, no Porto, foi encerrado ao público devido ao aparecimento de crateras nos socalcos e ao perigo de derrocadas (detalhes no Primeiro de Janeiro). Já antes, em finais de 2001, o desabamento de um muro levou à interdição do espaço durante mais de um ano. A muita chuva que caiu nesse Inverno, juntando-se ao caudal do rio Frio, que corre entubado no local, explica o desastre. Desta vez, em época de tão pouca chuva, supõe-se que a causa das fissuras esteja na obstrução do rio Frio, presumivelmente agravada pela construção do túnel rodoviário Ceuta-Carregal. Como nos é imperativo visitar a rainha das Virtudes também este Outono, fazemos votos de que o problema seja solucionado em breve. Já agora, aproveite-se a ocasião para dotar o Parque das Virtudes de uma entrada digna: a actual, com os montes de entulho já cobertos de ervas e o contentor servindo de guarita ao vigilante, faz lembrar um estaleiro de obras abandonado e só pode repelir os visitantes.


Jardim Botânico: sumagre-da-Virgínia (Rhus typhina) no Outono

Como antes aqui noticiámos, o Jardim Botânico do Porto entrou em obras, que afinal só terminarão em Dezembro. Saiu há dias sobre o assunto desenvolvida reportagem no Jornal de Notícias. Leia-se também o oportuno comentário da arquitecta Paula Morais na Baixa do Porto.

24/05/2006

A ler- a Magnólia do Convento em Monchique

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A Magnólia do Convento
«A magnólia do convento pode munto bem ser a arve más antiga da nossa serra e nã era d'a admirar qu' ela t'vesse sentido o tremor de terra de 1755 e já ser até crecidinha.
Já há uns belos tempos qu' andava a sentir soidades dela. Olhav'-à cá de baxo e as vistas f'cavam-me presas naquela copa. D'zia qu' havera d' ir lá, mái nã m' opunha. E o empenho era maior de dia p'ra dia.
Ontordia, pensí qu' ela já taria de flor e nã me dí sustido. Abalí e fui mémo. (...)»

Imperdível o relato desta visita à maior Magnolia grandiflora de Portugal (de acordo com E. Goes) pelo Parente de Refóias

23/05/2006

Magnolia classificada - Cabanas (Afife)

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Têm reparado nas flores, grandes, brancas, e no seu perfume de passagem? As Magnolias grandiflora estão a florir há já uma semana, o que ainda não acontecia quando visitei esta, em Cabanas. Não se trata de uma qualquer: secular, "guardiã", classificada de interesse público, foi cantada e amada por poetas:
«Alta magnólia, brônzea de folhagem,
E de flores de neve a arder no lume
De capitoso e oriental perfume,
Do convento-solar guarda a passagem.»
(Alberto de Oliveira)

Silhueta em contraluz de Magnolia grandiflora classificada de interesse público em 1944. Sita no Convento de Cabanas, com «a idade provável de 150 anos, altura total- 17 m, circunferência (do tronco a 1,30 m)-4.00 m e diâmetro provável da copa- 25,50 m» (1)


É por assim dizer quase impossível chegar a este local "sombrio e muito pitoresco" (2) sem perguntar o caminho: não vislumbrei uma placa, um sinal, uma seta a indicar a existência de património classificado. Mesmo o simples acesso ao lugar só se encontra depois de se ser devidamente orientado em Afife. Por isso a surpresa é completa quando se depara com a pontezinha sobre o "ribeiro de águas cristalinas", a belíssima e secular magnólia e o Convento de São João de Cabanas, imóvel também classificado de IP (pertença de um particular).

Ribeiro ou Rio de Afife : em primeiro plano a folhagem perene da magnólia.
Nuns azulejos datados de Junho de 2004 e assinados pela 'Comissão do Centenário' - do nascimento de Pedro Homem de Mello (3)- pode ler-se: «Neste ambiente irreal de Cabanas, no secular mosteiro junto ao ribeiro de águas cristalinas, à sombra da magnólia guardiã, se inspirou o poeta para as suas mais belas poesias.»
Para não fugir à regra, e pelo que se pode verificar de desordenada e intensa urbanização da zona, este bucolismo parece ter os dias contados. É pena. Entretanto, é sem dúvida um sítio a (re)visitar.

(1) In Árvores Isoladas, Maciços e Alamedas de Interesse Público-Instituto Florestal ; (2) Id.
(3) Ler
artigo do Prof. Cândido O. Martins
Mais sobre Afife e a sua
história
Outras Árvores Classificadas

19/04/2006

Simetria



Aprendemos em pequeninos que uma dobra num rectângulo de papel, seguida do corte de um modelo, produz, abrindo-se a página, uma figura com simetria relativamente à linha de dobragem. Assim fizemos frisos de pássaros, peixes, conchas, bonecas e letras. Pois foi justamente este o procedimento que os tulipeiros adoptaram para fabricar as suas folhas.

Ao contrário da maioria das plantas, cujas folhas nascem inteiras, mas minúsculas, crescendo depois sem perder o formato inicial, o tulipeiro começa por fabricar apenas metade de cada folha; esta replica-se uns dias mais tarde como se desdobrasse uma página vincada.

A forma das folhas tem um interesse adicional: elas lembram silhuetas de gatos, com orelhas e bigodes perfeitamente desenhados. Para rematar tanta sabedoria, a floração ocorre em simultâneo com a folhagem nova e as flores são lindas tulipinhas com laivos cor-de-laranja e bordo caprichosamente revirado.

Por tudo isto aqui fica a sugestão: o tulipeiro mais majestoso do Porto está no jardim da Casa das Artes, na rua António Cardoso.

29/03/2006

Magnolia cedofeita


No princípio do mês de Março tirei estas fotografias de uma magnólia arbustiva ao lado da Igreja de Cedofeita. (Será uma Magnolia liliflora?)
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De Coimbra vêm flores (2.ª parte)




É outra vez ao Eduardo que devemos estas notáveis fotos tiradas no Jardim Botânico de Coimbra. A magnólia agora em destaque é mesmo um caso especial, e vale uma ida urgente a Coimbra para admirar as suas maravilhosas flores: trata-se de uma Magnolia liliflora var. nigra, arbusto originário da China que, tendo o hábito de brotar rebentos das raízes, acaba por formar autênticas touceiras. A variedade nigra distingue-se da forma típica da espécie por as suas flores serem púrpura por fora e por dentro (na outra as flores têm essa mesma cor por fora mas são brancas por dentro). Mas qualquer das versões é uma raridade nos nossos jardins.

24/03/2006

Aditamento specioso



Magnolia x soulangiana var. speciosa no Jardim Botânico de Coimbra (Quadrado Central). Fotos de Eduardo.
(PS. A folhagem e as bagas vermelhas talvez não sejam da mesma árvore, mas de uma outra magnólia no mesmo local.)