Camarinhas no Buçaquinho
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O snr. Augusto Luso, cavalheiro muito conhecido dos homens que trabalham, porque é investigador incansavel, tem-se ocupado muito dos Fetos, não só sob o ponto de vista scientifico, mas considerando-os tambem horticolamente. Suppomos até que não haverá no paiz herbario de cryptogamicas tão rico como o d'este nosso amigo.
são cheios de terra e ahi dispostas as plantas, imitando-se por meio da arte a natureza.
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17.1.15
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13.11.14
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Em Portugal a jardinagem pública é uma arte perdida, substituída que foi pela rotineira manutenção de bisonhos espaços verdes. Quem quiser usufruir de um jardim colorido ou deita ele próprio mãos à obra ou visita os espaços naturais onde vivem as flores silvestres. As cores primaveris da serra dos Candeeiros ou do Barrocal algarvio (para citar apenas dois exemplos paradigmáticos) podem, na sua exuberância sem artifícios, servir de inspiração ao mais exigente dos jardineiros. Mesmo que a natureza não caiba toda entre os muros de um jardim, podemos ensaiar uma boa imitação, cultivando no nosso terreno as plantas da flora portuguesa com maior aptidão ornamental. Pois é sem dúvida bem mais gratificante termos um jardim que nos recorde os passeios pela serra do que uma coisa postiça preenchida com as novidades holandeses do garden center.
Para nos facilitar a vida, já que de facto as plantas portuguesas não estão à venda em hortos, o projecto Sementes de Portugal preparou um óptimo catálogo de sementes para venda. Só de sargaços e roselhas (como a da foto aí em baixo) já dá para compor um canteiro invejável. Mas a Crix e o João Gomes chegam ao requinte de disponibilizar sementes de plantas raras como a Aristolochia baetica, Cynara algarbiensis, Echinops strigosus, Iberis procumbens, Matthiola sinuata e Phlomis purpurea. A somar a tudo isto, lançaram um blogue que é já de consulta obrigatória para quem se interesse pela nossa flora espontânea.
De que está o leitor à espera para se fazer cliente?

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1.12.13
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9.6.12
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Na avenida do Boavista, no Porto, mesmo à frente do Hospital Militar, um condutor imobilizado no trânsito pode aproveitar a espera para esticar o braço e colher uma laranja. Infelizmente, o trânsito citadino não induz ao relaxamento, e os condutores não têm o hábito de descolar os olhos dos semafóros para inspeccionar as árvores que desfilam no separador central da via. É pena. Mesmo que a laranja não seja comestível (quantas toxinas terá ela na sua composição?), o acto de colher a fruta da árvore recupera a nossa primordial e quase esquecida ligação às coisas vivas da terra. As laranjeiras não estão ali para enfeite nem para nos dar sombra. São laranjeiras pedagógicas. Encerram uma lição.
O automobilista é atingido, como São Paulo na estrada de Damasco, por uma revelação que o atordoa; só não cai porque está sentado e pôs cinto de segurança. Quando foi a última vez que se viu diante de uma galinha não depenada nem embalada em celofane? Sabe vagamente que as macieiras dão flores perfumadas, mas não se lembra de alguma vez as ter visto ou cheirado. E as margaridas e as papoilas, que pecados são os dele para estar impedido de ir ao campo admirá-las?
Há que mudar de vida, diz ele para consigo. Nada de muito radical, trata-se apenas de abrir um ou dois furos para respirar no manto de artificialidade que nos sufoca. Não é da Felicidade com F maiúsculo que vamos à procura, mas de algumas felicidades modestas e portáteis com assinalável efeito cumulativo.
Ajuda saber dar nome às plantas, pois quando elas saem do anonimato a paisagem ganha profundidade e ressonância. Nomeá-las pela primeira vez é inaugurar uma relação de amizade que se fortalece a cada reencontro. Ao dar-nos a conhecer os nomes das plantas (e as suas relações de parentesco, e os lugares onde vivem), o portal Flora-On, criado pela Sociedade Portuguesa de Botânica, multiplica a probabilidade de encontros felizes. Por isso o Flora-On é também o portal da felicidade.
Nota. Este texto é inspirado na intervenção de Carlos Aguiar aquando da sessão de apresentação do Flora-On, que decorreu na tarde de 25 de Fevereiro, no Museu Nacional de História Natural, à rua da Escola Politécnica, em Lisboa.
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28.2.12
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A envolvente da Faculdade de Arquitectura do Porto, entre a rua do Gólgota e a via Panorâmica, é um caos de automóveis estacionados onde calha e como podem. A única preocupação visível das autoridades académicas não foi a de reprimir ou ordenar o estacionamento, mas sim torná-lo mais cómodo para alguns privilegiados. Foi assim que uma árvore mais-que-centenária, uma canforeira (Cinnamomum camphora), se viu convertida em adereço de parque de estacionamento, um trambolho que recusa arredar-se para dar espaço a mais carros. Isto não é bom para a saúde de uma árvore que, em Dezembro de 2004, só não foi classificada de interesse público pela Autoridade Florestal Nacional porque se desconhece quem seja o seu proprietário.
João Pedro da Costa, um amigo das árvores, lançou uma campanha para salvar a canforeira da rua do Gólgota. O que ele pede é fácil de conceder: não que o estacionamento seja proibido, mas que se crie um perímetro de protecção em volta da árvore. Eis uma oportunidade para a escola que forma os nossos arquitectos mostrar que gosta de árvores. Mais informações nesta página do Facebook.
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12.12.11
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19.11.11
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2.4.11
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12.3.11
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No próximo fim-de-semana, dias 12 e 13 de Março, terá lugar na Galeria do Palácio (Biblioteca Almeida Garrett, jardins do Palácio de Cristal) a tradicional Exposição de Camélias do Porto, agora na sua 16.ª edição. Trata-se de uma organização conjunta da Associação Portuguesa das Camélias e da Porto Lazer, E.M. O evento abre ao público às 14h30 de sábado, fechando nesse dia às 20h00. No dia seguinte, domingo, mantém-se aberto entre as 10h00 e as 18h00. (Além de admirar as flores em exposição, o visitante esclarecido não deixará de percorrer demoradamente os jardins, onde, a juntar às muitas que já existiam, foram em anos recentes plantadas dezenas de novas camélias.)
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5.3.11
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A sexta edição do Curso de Botânica - Morfologia e Identificação é uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Botânica e terá lugar de 25 a 30 de Abril em Barrancos, no Parque de Natureza de Noudar. As inscrições já estão abertas e decorrem até 1 de Abril. O curso é eminentemente prático, inclui várias saídas de campo, e visa proporcionar aos formandos os conhecimentos básicos de morfologia vegetal para identificar a nossa flora espontânea. Eis os objectivos do curso:
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5.2.11
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As orquídeas são decerto das plantas mais fascinantes e variadas do planeta, mas muita gente julga erradamente que elas são um exclusivo dos países tropicais, e que em países como o nosso, com uma natureza menos luxuriante, elas só podem ser admiradas em cultivo. De facto, em Portugal há cerca de 70 espécies de orquídeas silvestres, distribuídas de norte a sul do território e também nos Açores e na Madeira. Algumas delas são raras e estão em risco de desaparecer; pelo menos duas já estarão extintas.
A recém-fundada AOSP - Associação de Orquídeas Silvestres - Portugal quer contribuir decisivamente para o conhecimento e salvaguarda deste nosso valioso património natural. Quem goste de orquídeas ou se preocupe com a conservação da natureza não deve deixar de juntar-se a este esforço inscrevendo-se como sócio. Informe-se melhor lendo os estatutos da AOSP ou escrevendo para o endereço aospficalhoana(at)gmail.com. A ficha de inscrição pode ser obtida aqui.
ADENDA
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29.1.11
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