Styphnolobium japonicum (Sophora japonica)
Ramalde (Porto)
01/08/2007
28/07/2007
Ter olhos e não ver
Estas árvores -tílias em Ramalde e plátanos no Passeio Alegre - são árvores condenadas. O seu destino foi traçado
por pessoas que, apesar de terem olhos não vêem; são incompetentes; aparentemente desconhecem e não cumprem o Regulamento Municipal dos Espaços Verdes (RMEV)- disponível para consulta na página web da CMP (doc) ; gastam o nosso tempo, a nossa paciência e o nosso dinheiro.
O que seria de esperar de qualquer pessoa com um mínimo de bom senso era que não plantasse árvores de grande porte e copa larga em passeios estreitos, a pouca distância de paredes ou outros obstáculos, neste caso dois obeliscos classificados de interesse público (oriundos da Quinta da Prelada)
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28.7.07
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28/05/2007
"Every breath you take..."
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Se me pedissem para escolher uma árvore, uma apenas, a que mais me importa e a de que mais gosto, não hesitava, claro. É este liquidâmbar que vi crescer e me entra por assim dizer pela casa, agora que subiu e ultrapassou a altura do terceiro andar onde vivo. Gosto dele de todas as maneiras, em todas as estações, em todas as alturas do dia e da noite: com folhas e sem elas, ao sol, à chuva e em dias de ventania. Sim, gosto particularmente dele quando o vento o envolve e o balanceia, fazendo-o ramalhar (YouTube) .
Ultimamente, não me sai da cabeça a canção do Sting e ando a tentar adaptar-lhe a letra. Não é muito original e fica até um pouco ridículo. But who cares? Não foi o poeta que disse que todas as canções de amor são ridículas (ou qualquer coisa do género)?
Every move you make
Every branch you break
Every colour you take
I'll be watching you
Every single day
...
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ManuelaDLRamos
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28.5.07
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07/05/2007
Robinias em flor
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Ao lado das gledítsias (Gleditsia triacanthos)- que nesta altura do ano também estão cheias de pequenas flores esverdeadas- uma robínia (Robinia pseudoacacia) com os seus vistosos cachos de perfumadas flores brancas. Pertencem ambas à família das Fabaceae > mas a subfamílias diferentes. Fotos Abril /Maio (Ramalde)
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ManuelaDLRamos
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7.5.07
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01/05/2007
"Maias" nas portas e nas janelas
uma tradição que se mantém. Fotos hoje, no Porto, freguesia de Ramalde.
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A ler: As maias por Rui Reininho, no JN.
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ManuelaDLRamos
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1.5.07
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14/10/2006
O campo na cidade
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Ramalde rural - os últimos lavradores.
Corre um brando Outubro. Na horta, arrancadas as canas que suportaram o feijão, foi dada a vez às pencas que crescem viçosas estando já boas para serem cortadas: trabalho de que se encarrega a incansável srª M. Numa pequena fogueira, o sr. L. queima o que não serviu para o composto: vimes e restos de madeiras. Homem espadaúdo, ninguém adivinha que já conta oitenta anos. Doem-lhe um pouco as costas e o que lhe custa mais é "estar quieto".
Perguntou-me se me lembrava das fotografias que lhes tirei estavam eles a sachar o milho, ali onde agora construiram o Pingo Doce. Claro que sim! Foi quase há vinte anos e nessa altura eu fazia questão de pagar pelas couves que me vendiam, pelo menos o que gastava num café. Pediam sempre tão pouco por molhos tão grandes!
E então os netos, perguntei. Como estão? A que se formou em psicologia já trabalha e a outra encontra-se a tirar o doutoramento numa especialidade que não soube dizer. Se os bisnetos alguma vez quiserem cultivar (ou mandar cultivar) o que quer que seja, aqui em Ramalde não será decerto. Eu também gostava de cá não me encontrar quando na horta que vejo da minha janela construirem o prédio que irá tapar o sol.
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14.10.06
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16/06/2006
Colhendo a flor de tília
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As flores da tília são branco-amareladas, em grupos de 5 a 10 num pedúnculo comum soldado a meio de uma bráctea; têm 5 sépalas, 5 pétalas e numerosos estames. A floração não dura muito tempo, por isso as flores se dizem efémeras: colhem-se da árvore durante o mês de Junho, mais cedo ou mais tarde conforme a região, devendo ser secas à sombra e conservar-se longe da luz e do ar.

Fotos: Ramalde- Junho 2005
Faça chuva ou faça sol, esta tília é a única imagem de ordem no triângulo 'desajardinado' e no passeio, ambos selvaticamente invadidos pelos carros. De ordem e de conforto.
Este ano, as flores dos ramos mais baixos já foram quase todas colhidas: presumo que por lá tenha passado a senhora que, no ano passado por esta altura, me confidenciou ter o hábito de todos os anos as colher enquanto espera pelo autocarro. Para fazer 'chá'.
A infusão das flores de tília continua a ser muito usada entre nós, devido ao seu sabor suave e às suas propriedades ligeiramente calmantes e diaforéticas. A França é um dos países com maior tradição no consumo de 'tisane de tilleul'.
Sobre estas e outras propriedades medicinais da planta: Herb Information, Linden , Lime tree ;
ver também Tilleul e Tilia (Wikipedia)
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ManuelaDLRamos
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16.6.06
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24/04/2006
Pilriteiros engraçados
Fazendo jus a alguns dos seus outros nomes - espinheiro-alvar e espinheiro-branco- os pilriteiros estão, por cá, em plena floração. Pertencente à extensíssima família das Rosáceas, este Crataegus florido foi a descoberta da semana. O facto de estar nas imediações de uma construção- já parada há anos...- levam-me a publicar as fotografias, chamando assim a atenção para a beleza do seu porte.
Pilriteiro em flor no Bairro das Campinas
"Eu sei como se passa lá para dentro..."- informou-me uma das crianças. Avançámos por um buraco na rede que circunda a obra, e estivemos todos contentes a observar a floração mais de perto. Provavelmente, o nome que esta arvorezinha tem em inglês -"pão com queijo" ("bread and cheese") -ficou-lhes mais facilmente na memória do que "pilriteiro". Acho que vou escrever uma "redacção" sobre esta árvore e entregá-la na escola que fica mesmo ao pé; não me esquecerei de mencionar, para além dos seus divertidos nomes, as propriedades medicinais e contar a lenda do mago Merlim e de Viviane... Pode ser que ela assim arranje (mais) uns aliados.

Na Rua Beato Inácio de Azevedo e no Parque da Cidade há vários exemplares em flor (não confundir, neste último local, com os sabugueiros.)
(O que é um carrapiteiro? - Pilriteiro dá pilritos -Campo na cidade - Serralves -O nosso licor -365 dias com árvores )
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ManuelaDLRamos
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24.4.06
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18/04/2006
Árvore da Páscoa e da Pascoela

Já aqui falámos desta espécie de Viburnum, chamando particularmente a atenção para as suas inflorescências em forma de coroa constituída por vistosas flores falsas com função meramente decorativa rodeando as flores férteis.
Este belíssimo Viburnum plicatum encontra-se numa ruela do Bairro das Campinas (perpendicular à av. Vasco da Gama). A sr. Florinda, sorrindo satisfeita quando lhe elogiei o nome, informou que lhe chamam simplesmente a "árvore-da-páscoa" porque floresce justamente nesta altura e isto há já uma vintena de anos.
Com a requalificação em curso no bairro, todos estes jardins e hortas estão a ser eliminados: tanto os mais ajeitados como os mais podões. As pessoas gostam dos arranjos levados a cabo nos prédios, e muitos até vêem com bons olhos o desaparecimento das couves, das casotas e dos vasos dos vizinhos. Os atingidos, todavia, lamentam não poder continuar a entreter-se nos pedacitos de terreno onde cresciam para além das couves, alfaces e outros primores, loureiros, árvores de fruta, japoneiras...
Esperemos que, quando 'limparem' o jardim ao requalificarem esta zona, preservem este belo exemplar !
Para mais informação sobre os viburnos - Las especies de Viburnum cultivadas en España , e em particular sobre esta espécie -Viburnum plicatum f. tomentosum 'Mariesii' ,Viburnum plicatum 'Shasta'
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09/04/2006
Hoje é Domingo de Ramos
Hoje, aqui na freguesia de Ramalde, no Porto, os ramos eram feitos de oliveira e de alecrim ou apenas de oliveira "porque não deve ter havido alecrim que chegasse..." * . Estavam à venda à entrada de igreja e "o senhor padre lá dentro benze-os" . O da menina de cor-de-rosa era particularmente ramalhudo, e perante o meu espanto propositado, a tia, que acompanhava a miúda, achou por bem esclarecer: "É para mais três pessoas e já deixou um na campa da Avó."

E como é na sua terra? Que plantas se usam para os ramos? O que fazem (ou faziam) com eles?
Domingo de Ramos - tradições
À conversa sobre tradições da Páscoa
(*Realmente deve ser considerável, por esta altura do ano, a "razia" em oliveiras, alecrins, palmitos, etc. , e dá para se pensar um pouco sobre a bondade de certas tradições... Bem, mas não quero ser "desmancha-prazeres" e provavelmente até será uma "poda" necessária. Não se diz que "Deus escreve direito por linhas tortas"? Haja fé.).
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9.4.06
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06/10/2005
Em campanha no bairro das Campinas
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Em 1º plano: rua Direita das Campinas num Ramalde rural em vias de extinção, vendo-se atrás a urbanização dos Edifícios do Lago.
Estávamos, o Sr. Silva* e eu, a trocar impressões sobre as couves, o loureiro e a seca, como não podia deixar de ser, quando subitamente os bombos e as gaitas de foles nos despertaram do sossego da conversa do fim de tarde.
Se me quiserem ver pular é mesmo com bombos e gaitas: é dito e feito; nem sei bem explicar o súbito entusiasmo.
Mas não sou caso único e deve ser por isso que a campanha socialista anuncia desse modo aos quatro ventos a sua passagem.
Pois era mesmo disso que se tratava: a campanha eleitoral do PS a passar no bairro, anteontem. Juntei-me ao número de mirones e apreciei durante algum tempo a movimentação do candidato em pessoa e dos seus apoiantes.
Ontem de manhã, imagine-se!, foi a vez da campanha laranja passar pelo bairro das Campinas. Outro estilo, música gravada.
Em ambos os casos não resisti a atravessar-me literalmente no caminho dos ilustres candidatos, a estender-lhes a mão e a falar-lhes... adivinhem de quê. Se quiserem saber vejam aqui.
O Sr. Silva* esse continuou impávido e sereno debaixo do loureiro, ao lado das couve galegas e da sua estufazita, "admirando" as vistas na paisagem.
* (nome fictício)
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ManuelaDLRamos
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6.10.05
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16/05/2005
Árvores do Parque do Inatel em Ramalde #4

As últimas notícias nos jornais fazem-nos suspirar de alívio: tudo indica que vai imperar o bom senso e que há intenções sérias de impedir que se "rasgue" o Parque Desportivo do Inatel em Ramalde destruindo a maior parte do equipamento e ocupando um terço da sua área.
Parece que não vai ser necessário ninguém atravessar-se à frente das retroescavadoras (pelo menos é o que se dispunha a fazer uma das moradoras do bairro, segundo me informou o igualmente"activista" marido, e estou convencida que não seria a única ;-).
Foto: Cupressus e Chamaecyparis na entrada do Inatel
Preservar o parque do Inatel ; CDU quer rever PDM para poupar INATEL ; CDU vai tentar consenso sobre PDM para evitar corte do estádio do Inatel ; CDU e PS deverão aliar-se na defesa do Inatel
Anteriores:
Árvores do Parque do Inatel em Ramalde #1 ; Árvores do Parque do Inatel em Ramalde #2 ; Árvores do Parque do Inatel em Ramalde # 3 (se quiser comentar, por favor comente em # 3)
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ManuelaDLRamos
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16.5.05
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11/05/2005
Árvores do Parque do Inatel em Ramalde #3
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No dia em que surgem mais algumas notícias de contestação ao projecto de destruição do Parque Desportivo do Inatel em Ramalde, aqui ficam mais algumas fotografias. Para que quem não o conhece, fique a saber do que se está a falar e a razão da nossa incredulidade e revolta.
E realize também a importância que têm, para certos planeadores da nossa cidade, os espaços verdes relativamente às vias para automóveis.
As notícias:
Inatel promete contestar solução do PDM do Porto (no Público)
INATEL pediu ao tribunal para ser esclarecido (no JN)
Ao lado: o ringue num sábado de manhã (toda esta zona inferior do Parque desaparecerá)
Em cima: Vista parcial do Estádio. Segundo o projecto da chamada Avenida Paralela, para além do bosquete de choupos que ladeia a bancada superior, desaparecerão também todas as coníferas (na sua maioria ciprestes-de-Lawson) e outras árvores que se vêem em frente, por detrás da cabine e do edifício da entrada.
As folhas em primeiro plano pertencem a acácias-robínias (ver em baixo)
Em frente vê-se o último prédio do chamado Bairro da Previdência, ao lado do qual está previsto passar a Avenida, mesmo na zona das árvores (na sua maioria robínias-acácias)

Vista para o interior do Parque desportivo de Ramalde na rua Aarão de Lacerda, na zona do ringue.
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Árvores do Parque do Inatel em Ramalde #1
Árvores do Parque do Inatel em Ramalde #2
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11.5.05
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09/05/2005
"Minha horta, meu tesouro"

Na foto da esquerda vê-se o edífício abandonado "por falta de dinheiro" que hoje é notícia no jornal, e a horta bem tratada do Sr. Nogueira. À direita pode admirar-se a Dona Rosa a cuidar do seu faval. "Isto não é nosso! A Câmara pode vir e tirar-nos tudo!". Na horta da vizinha, pelos vistos mais inclinada para a arboricultura, espreitavam dois pessegueiros, um limoeiro e um loureiro.

O Sr. Nogueira-"sem noz"- olha embevecido os pimentos, os tomates e as couves que plantara na véspera. "Sabe, sou da aldeia!". Mas quem não tem uma costela da aldeia? Acrescento eu com convicção.
Queixou-se dos "grafitis" que lhe sujam as paredes da casa e da miséria da construção abandonada, mesmo ali ao ladinho.

Não há horta portuguesa sem rosas e em quase todo o jardim que se preze a couve ou a salsa têm o seu lugar de estimação. Este é o "outro lado" do Bairro das Campinas: todo o terrenito serve para os mais diligentes cultivarem o seu palmo de terra.
E já agora uma pergunta (sr. Vereador): porque é que os jardineiros só aparam a erva e cuidam dos canteiros que bordam as ruas principais e não tratam do interior do bairro?
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04/05/2005
Árvores do Parque do Inatel em Ramalde #2
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Não é preciso entrar no Parque para usufruir do espaço e da vegetação. A influência benéfica do seu arvoredo faz-se sentir a todas as horas do dia e em todas as estações do ano: enche os olhos, apazigua a alma, faz bem... mesmo a quem nele não repara.
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O Parque do Inatel visto da rua Alberto Macedo ao fim da tarde
Vista da av. Vasco da Gama e rua Alberto Macedo

Foto da esquerda: avenida Vasco da Gama- em primeiro plano do lado direito vêem-se as árvores do Inatel e ao fundo os lódãos (que recentemente tiveram um choque tecnológico...); foto da direita: rua Alberto Macedo.
Fotos mdlramos 0505
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ManuelaDLRamos
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4.5.05
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Árvores do Parque do Inatel em Ramalde #1
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Fotos: mdlramos 0504
É um dos conjuntos arbóreos mais notáveis do Parque Desportivo de Ramalde: uma centena de choupos plantados em fila tripla "pouco depois do 25 de Abril", cercando a bancada Norte do Estádio. Com o projecto de construção da chamada Avenida Paralela que prevê o atravessamento do Parque e a sua destruição parcial, estes choupos e muitas outras árvores irão desaparecer.
(Estas fotografias pretendem ser, em parte, o complemento de uma entrada enviada para A Baixa do Porto. Em breve se publicarão mais)
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ManuelaDLRamos
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4.5.05
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